sábado, 11 de março de 2017

Viagem - Santiago do Chile 3 - Cordilheira dos Andes e Restaurante Giratório




Mais sobre Santiago do Chile, aqui:

A caminho de Valle Nevado, para logo começar a subir a Cordilheira dos Andes. As duas fotos que seguem, tirei de dentro da van, ainda pelas ruas de Santiago.



Para entender melhor, organizei as fotos em tópicos:
Começamos a subir a cordilheira,
Chegamos a Valle Nevado (estação de esqui), 
O Condor-dos-andes (silêncio absoluto),
Os Santuários Incas (corpos enterrados e congelados com mais de 500 anos),
A caminho de El Colorado (El Parador centro de serviços e pista de esqui) e
O famoso Restaurante Giratório (jantar em Santiago).




Começamos a subir a cordilheira e logo avistei algumas belas casas, que pareciam compor um condomínio fechado. Um bonito panorama.


Manoel, o motorista, mostrou-se bem eficiente e não poderia ser diferente, pois são mais de 60 curvas até Valle Nevado, quase 3.000 de altitude. Todas as curvas são numeradas. Na 16ª paramos para fotografias e com direito a esticar as pernas.

A estrada é bastante estreita, com curvas fechadíssimas. Confesso que fiquei um pouquinho enjoada, tanto era o ziguezague. Uma viagem de aproximadamente uma hora e meia, cansativa, mas a vista compensa todo o desconforto



O solo é muito parecido com areia e com muitas pedras.


Eu aprecio muito mais as montanhas do que o mar. Então, podem imaginar o meu coração, quando me percebi no meio de uma sequência de montanhas. Muita emoção! 


A guia, Valéria, ofereceu para todos folhas secas de coca. Pediu que mascássemos, pois ajudaria a superar os efeitos causados pela altitude, tipo sangramento no nariz, enjoos, tonturas.   

O sabor? A folha de boldo é doce, comparada a folha de coca ahaha. Eu masquei, sem qualquer receio, pois sei que para chegar até Machu Picchu (cidade perdida dos Incas), no Peru, é costume mascar a folha seca da coca. Também, oferecem balas ou até mesmo o chá, no hotel, antes de começar a viagem. Sem problemas legais, nestes países. Todos mascaram e não deu 'barato' em ninguém ahaha. 

Sabe-se que a folha de coca já era mascada há mais de 8 mil anos e é considerada uma erva sagrada para o povo andino, amplamente utilizada para fins ritualísticos e medicinais. Era, também, usada como oráculo. 

Durante a vigem, eu fiquei um pouco enjoada e com tontura. Ao chegar em Vale Nevado, após dez minutos de caminhada, fiquei boazinha. E olhe que tenho um labirinto não muito acertado. Parece que a folha de coca resolveu bem. 


Parada na curva número 16, todos desceram. Uma vista espetacular. Algumas curvas, estacionar um veículo era mais difícil, pois como já mencionei, a estrada é bem estreita, com alguns pontos de precipício. Mas nada que torne a viagem perigosa.


Muitas flores miúdas e delicadas. Além da cor amarela, vi nas cores: abóbora e lilás.



O céu, ainda permanecia azul. Porém, observei que a medida que subíamos, a cor do céu se modificava, ficando mais cinza e a temperatura, esfriando cada vez mais. Levamos agasalhos e cachecol.



Voltamos para a van e continuamos a viagem para Valle Nevado, sem mais paradas.

Observem, na foto abaixo, como as curvas são fechadas e muitas vezes carros e vans encontram-se com caminhões, que sobem e descem com material de construção, combustível, suprimentos, para abastecer as aldeias na cordilheira. A estrada além de estreita, tem mão dupla.

O nosso motorista não andava assim tão devagar. Porém, a viagem foi segura e tranquila.


Muitos cactos e com flores, como este, na foto que segue. 


O mundo, também, é feito de loucos e gosto desta realização. Não faço, mas admiro! Subir a cordilheira de bicicleta, wow! 


Águas fluindo por entre as montanhas.


Vejam o caminhão lá embaixo. 


Yerba Loca é um santuário natural protegido, com árvores nativas, montanhas, pássaros, córregos. Mas não estava previsto no nosso passeio. Muito há para ser conhecer na Cordilheira dos Andes.



Na foto abaixo, percebe-se bem uma curva. 


Trânsito? Sim! Não identifiquei o que aconteceu, mas penso ser por conta da estrada ter mão dupla, mas sem divisão de pista. Nas curvas, para-se pra dar passagem ao outro sentido.


Abaixo, a visão de uma curva bem de perto. 



De repente, avistamos uma raposa. Ficamos encantados por vê-la no seu ambiente natural.



E seguimos, subindo a cordilheira.


Segundo a guia, alguns peregrinos usam esta rocha como abrigo, para descansar ou mesmo dormir. 


Chegamos a Valle Nevado, estação de esqui.


Com a temperatura bem fria, já estávamos agasalhados.


Hotel Puerta Del Sol. Fora da temporada de esqui, permanece fechado, era primavera. Para a próxima temporada, já estava todo reservado.


Nesta altitude, praticamente, não há vegetação.



Panorâmicas do complexo hoteleiro e serviços, visto pela parte de trás.


Nesta amplitude, se pode ver um pouco de azul no céu. 





Na foto que segue, podemos ver o local onde se esquia, com o teleférico que estava fechado.

No inverno tudo permanece coberto por neve, com uma camada de aproximadamente quatro metros. No entanto, na primavera, vê-se neve apenas nos picos das montanhas.



Penso ser um dos acessos do hotel para o restaurante.


Área externa do restaurante. 



Este é o salão interno do restaurante. Uma adega está ao fundo, em uma confortável sala de estar.


A lareira era bem grande e tinha que ser. 


Os nossos amigos deste passeio. Aqui combinamos o jantar, no restaurante Giratório, em Santiago.


Chocolate quente com creme foi a pedida e aqueceu bem.  


Em seguida, voltamos para a van e seguimos viagem pela cordilheira. E avistamos este conjunto residencial, com apartamentos disponíveis para aluguel. 


Chegamos em Los Farellones, uma aldeia com casas típicas de madeira e estação de esqui, muito procurada pelos principiantes no esporte. O local é um refúgio para as pessoas que querem passar finais de semana ou temporada. Muito charmoso e tranquilo. 


Fiquei encantada com a vegetação, especialmente com as árvores. 



A vista é espetacular e eu me senti, literalmente, no meio das montanhas. Aqui, eu ficaria alguns dias.


Almoçamos no restaurante Los Cóndores.


Menu do dia!


O bar, logo na entrada. 


O restaurante era bem rústico e uma salamandra tornava tudo bem aquecido e agradável.


E um velho piano observava tudo, do seu canto. 


A vista da parte externa do restaurante.


E fiquei imaginando no tempo de inverno, com a neve pousada nas árvores.


Pedimos pasta com vinho tinto.


O típico pão chileno Hallulla, lembram que eu falei dele na 1ª postagem? No restaurante do Mercado Central? Aqui estava divino, textura e sabor, com uma deliciosa manteiga.


Um pinot noir delicado e elegante! Um dos melhores vinhos que provei nesta viagem.
  

Salute! Observem que a garçonete, moradora da aldeia, estava sem agasalho. Acostumada com o frio!


A pasta: ravióli recheado com salmão defumado, delicado béchamel, tomates confitados e queijo parmesão.


Terminamos o almoço e ficamos na parte externa do hotel, esperando pela Valéria, a guia. Eu e a Milena, que é veterinária, brincávamos com o mascote do hotel.

  
E, antes de continuarmos a viagem pela cordilheira, uma foto com o grupo completo. Todos eram brasileiros, exceto um casal de iranianos, que moravam em Nova York. A convivência foi muito agradável, tranquila e com alegria.

Foto que ganhei da Milena Adami

Passeamos pela aldeia de Farellones e observei a arquitetura das casas, que achei diferente, interessante e bonita.


A foto foi tirada de dentro da van, portanto, a luz do flash atrapalha um pouco a visão. Havia um pouco de neblina, também. 



Eu estava tão feliz no meio desta cadeia de montanhas... mas algo nos fez descer da van e olhar para o céu.

O Condor-dos-andes! Condores, para falar a verdade, mas não eram muitos. Uma ave belíssima, exuberante e enoRRRme. O Condor-dos-Andes é poderoso, em todos os sentidos no que diz respeito a palavra soberania. As asas abertas, medem de ponta a ponta, mais de 3 metros. E pode pesar mais de 14 quilos. É uma espécie em extinção e fósseis já foram encontrados, com mais de 13 mil anos, incrivelmente, no Brasil.

Ver um condor ao vivo era um sonho que realizei. Adorei saber de toda a história e lenda desta ave tão sagrada para os povos andinos. Conta-se por lá, que o macho, na sua vida inteira, tem apenas uma única fêmea. Se ela morrer, ele fica viúvo, jamais terá outra fêmea. Já a fêmea, sendo a responsável pela continuidade da espécie, se ficar viúva, casa-se novamente. O ninho é feitos pela fêmea, nas alturas, e abriga quase sempre um único ovo. Caso a fêmea bote dois ovos, um dos filhotes irá derrubar o outro do ninho e a mãe nada fará.


Visitar a Cordilheira dos Andes, é de fato vivência única! O silêncio é algo mágico, nunca experienciei nada igual. E o que se pode ver e sentir? Não tenho palavras para expressar. É preciso estar nas alturas das montanhas, para compreender.

É um local amplo de histórias, lendas e supostas aparições extraterrestres. 

Na foto que segue, podem ver um condor voando bem longe, mais para o lado direito, próximo da montanha? Voava sozinho, quanto privilégio!

Perceba as montanhas, em cadeia, ao fundo da foto.


Ver o condor-dos-Andes voando é símbolo de liberdade para o povo andino.


Na imagem que segue, na parte superior, vejam três condores voando juntos. É uma família, segundo a guia de turismo.


Os Santuários Incas: ouvi algumas conversas. Este assunto é bem interessante, para quem gosta. Os santuários eram os locais sagrados para a realização de rituais e ficavam nas montanhas, nas alturas. Corpos enterrados com mais de 500 anos, foram encontrados intactos e são considerados tesouros, que podem ser visitados em um museu, da cidade de Salta, na Argentina.

Para quem aprecia o tema, dois links para pesquisa:

Os corpos encontrados eram de três crianças incas e estavam em perfeito estado de conservação. Acreditam que os corpos eram oferendas para rituais sagrados. Oferendas para nós, consideradas um total absurdo, mas para aquele povo (e outros), naquela época, era muito comum.

Outra versão, que ouvi por lá (histórias do povo são as melhores, não?), é que pelo fato dos incas serem um povo muito avançado no que diz respeito a medicina, eles costumavam congelar os corpos vivos, enterrando nas mais altas e gélidas montanhas, para depois iniciar o tratamento medicinal e, no caso destas crianças que foram encontradas intactas, os corpos podem ter sido perdidos, talvez por condições climáticas devastadoras, como  por exemplo, uma avalanche. Contam ainda, que os corpos foram removidos com a máxima rapidez, pelos arqueólogos, para um local com climatização adequada a fim de mantê-los congelados, para estudo, antes de permanecerem no museu em Salta. E quando os corpos chegaram ao local de estudo, um dos deles, já estava a escorrer sangue, por uma das orelhas. Logo, perceberam que internamente, os corpos poderiam estar em perfeitas condições.

Uma foto para descontrair, a que segue. Eis um dos motivos dos terremotos no Chile ahaha. O Chile é considerado um dos países mais sísmicos do mundo, sabiam? Com mais de 500 vulcões ativos.


A caminho de El Colorado, outra estação de esqui. E continuo a observar as construções, a arquitetura e vegetação. Fotos de dentro da van e com neblina.


El Colorado atualmente deve ser um local muito bem estruturado, pois quando estive, em 2012, o mercado de construção civil estava em larga expansão.


Percebe-se bem a estrada de El Colorado, que estávamos a subir, com destino a El Parador: centro de serviços que oferece aluguel de equipamentos, café, restaurante e pista de esqui. Veja na foto que segue.


Chegamos em El Parador, o centro de serviços para esqui de El Colorado.



O mesmo local da foto acima, com neve, pode ser visto na foto abaixo. O inverno é uma estação com beleza própria, eu adoro! E sem neblina, vê-se bem as montanhas.

Na parte interna de El Parador, o teleférico e pista de esqui.



Apreciamos um pouco mais da paisagem, logo voltamos para a van e começamos a descer a cordilheira, com destino a Santiago. 


El Colorado é um refúgio dos mais belos.


Foi um dia mágico, com muitas descobertas, muitos sentires! Eu não fiquei cansada, pelo contrário, fiquei renovada.

Já no hotel, em Santiago, tínhamos um tempo para relaxar antes do jantar, com nossos amigos, no Giratório.

O famoso Restaurante Giratório fica no 16º andar de um edifício, vejam na foto que segue. Enquanto o piso do restaurante gira, pode-se comer, beber, conversar e apreciar a vista da cidade de Santiago. Uma visão espetacular! 


O gira-gira é assim: o edifício é quadrado, como na foto acima, mas o piso do 16º andar, é redondo e gira, bem devagar. Há um vão entre o piso redondo e as paredes de vidro do edifício. Um guarda corpo faz a segurança.

Na foto abaixo, percebe-se bem: a parte cinza do piso gira e ficam as mesas. A parte de madeira do piso não gira, é onde fica a base de trabalho dos garçons e os elevadores. Será que expliquei bem?

Foto by Milena Adami

Quase nem se percebe, das mesas, o gira-gira. A volta toda leva, aproximadamente, uma hora. Foi divertido.


O meu prato foi peixe, mas não lembro os detalhes e nem fotografei. O dia foi longo e cheio de novidades, o vinho estava excelente e a conversa, muito divertida.

Todas as mesas estavam ocupadas e os garçons corriam para atender. O resultado foi boa comida e bebida, mas um atendimento médio.

Fomos a pé para o restaurante e voltamos a pé. Era perto do hotel. Como disse, o bairro da Providencia é uma excelente opção de hospedagem em Santiago.

Até a próxima e última postagem, desta saga. Postarei sobre um parque com esculturas e a nossa experiência no famoso restaurante Como Água para Chocolate, amado por uns, odiado por outros.




14 comentários:

  1. UAU,Maria da Glória... Devo te dizer que muito já li sobre essa viagem, porém NUNCA vi nada tão bem mostrado, tão detalhado e explicado. Quem te lê, sabe tudo o que vai ver lá! Muito bom!

    Adorei e confesso que nas primeiras curvas já teria descido,rs Enjoo muito nos passeios de carro...
    Ainda mais em tantas curvas!


    Tudo maravilhoso, fotos lindas,perfeito! Só podemos te agradecer ! bjs, ótimo domingo! chica

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  2. Dear Gloria!
    I'm so happy that I admire your relationship with the huge mountains of the Andes.
    I admire, photos and delicious food.
    Greetings.

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  3. Olá, querida e bella amiga!

    Que post e quão bem explicado e apresentado!
    Li e vi, tudinho, e tal como tu gosto muitooooooooooooooooooooooooo mais de montanha do que de mar. Me sinto outra em altitude e nem o meu labirinto incomoda.

    Voltarei, depois, para comentar como tua organização mental e estética merecem.

    Beijinho e boa semana.

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  4. Boa Noite, querida Maria Glória!
    Que passeio... uau!
    Me diverti com aquela foto que insinua um terremoto e seu marido pra lá e pra cá... se fosse verdade nem teria tempo pra foto, rs...
    Os vales maravilhosos, os cenários... meu Deus,quanta beleza!
    Sabe, os raviolis... o chocolate com creme... quanta delícia misturada!
    Foi um passeio lindo que fiz agora depis de um dia bem alegre... que beleza!
    Estava com saudade de passar por aqui...
    Bjm muito fraterno

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  5. Adoro os seus post pois conta tudo muito bem....
    Estou ansiosa para ver a última parte da viagem...
    Não conhecia essa folha seca....

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  6. Es todo inmenso!!!Da un poco de vértigo tantas montañas,pero elviaje debió de ser espectacular.
    La foto de los zorros muy bonita,las flores,los hotelitos..
    Qué experiencia tan grande la vuestra en esos viajes que hacéis.
    Os felicito!!
    Besucos

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  7. Oi, Maria Gloria!
    Seu post e fotos ficaram ótimos. Tenho algumas fotos da montanha que fiz com o celular quando estávamos subindo. Eu, felizmente não tive enjoo.
    O silêncio foi algo que também me chamou atenção, quis até ficar uns minutos sozinha para poder apreciar e aproveitar o momento.
    A folha de coca já ouvi falar, mas não conheço e pela sua descrição, o sabor não deve ser nada agradável.
    Uma postagem muito gostosa de ler pela riqueza de detalhes.
    Abraço,
    Sônia

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  8. Que grande espetáculo amiga Maria Glória! não imaginava que nos ias transportar aos cimos das montanhas sagradas dos deuses andinos, está agora ao alcance dos humanos :)
    adorei, mas fiquei também com enjoos ao ver essas curvas apertadinhas e acho que preferia ter umas folhinhas de coca a partilhar contigo!
    mas também iria provar esse chocolate quentinho que aquece a alma!!!
    Maria Gloria acredito que fizeste uma viagem maravilhosa, não são fotos de locais que se conhece, pelo menos da minha parte é assim!
    então a partilha é ótima, achei engraçada a indicação dos 2 ou 3 mil e tal quilómetros para o Rio de Janeiro, Montevideo ou Buenos Aires!
    uma viagem cheia de experiencias maravilhosas nos ares, nos cheiros, nas refeições, nos pássaros que ainda reinam nos céus mas montanhas altas!

    beijinhos amiga
    obrigada pelas palavras simpáticas que deixaste nos meus bloguinhos
    Angela

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  9. Dear Maria Gloria - How magically grand, majestic, andbeautiful the Andes is! I felt like that I heard the tune of El Condor Pasa while I was exploring this post.

    Yoko

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  10. Oi Glória
    adorei ter passeado nesse trecho da viagem ! você descreve com graça e detalhes de quem gostou
    de estar ali na cordilheira!
    Posso imaginar o gosto das folhas de coca ! Eu já evitei viagem a Machu Pichu por receio de passar mal em alta altitude ! Você é bem corajosa !
    Saboreei também os cafés, os pães, os pratos com peixe ( apesar de não come-los atualmente )
    Foi um ótimo passeio, principalmente porque fizeram boas amizades . Passeios assim são divertidos em boas companhias

    bjs

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  11. Uau! Que lugar deslumbrante! Você tem uma boa resistência física para aguentar essa altura...
    Haja folhas de coca para tanta aventura....kkkkk
    As fotos ficaram ótimas.
    Bjs

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  12. Magnifica reportagem fotográfica, viajei através das suas fotos e explicações.
    Adorei principalmente as fotografias da raposa e dos condores.
    Beijinhos
    Maria

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  13. Minha querida,

    Pensei k já tinha comentado esse post. Ando tão cheia de trabalho, que até penso que faço aquilo k não faço. Eu o li, todinho e tanto para comentar. Se me for possível, eu ainda volto aqui.

    Beijinho, linda e minhas desculpas!

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  14. Paisagem verdejante, cenários fabulosas, um grupo de amigos que me pareceu encantador. Iguarias e petiscos para colorir a viagem! O que mais seria necessário?! Adorei!
    Um beijinho

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